FILO 2011 - Dia 12 - 21/06

“CUESTION DE PRINCIPIOS”

Montevideo Teatro (Uruguai)

Data: 21 e 22 de junho |Horário: 19 horas| Local: Teatro Londrina

Sinopse: “Cuestión de Princípios” retrata o reencontro de pai e filha separados pelo tempo e por princípios éticos. Um velho militante sindicalista e uma jovem escritora. Vivendo em mundos diferentes e com referências éticas distintas, os dois se unem para escrever um livro. A montagem do grupo uruguaio Montevideo Teatro traz texto de Roberto Tito Cossa, um dos principais dramaturgos do teatro argentino contemporâneo. O espetáculo é legendado.

Retirado de www.filo.art.br



“TROUBLES”

Compagnie Gare Centrale (Bélgica)

Data: 21 e 22 de junho |Horário: 20 horas| Local: Funcart

Sinopse: Um homem e uma mulher recém-casados chegam em Nova York para passar a tão esperada lua de mel. Aguardam por um perfeito conto de fadas hollywoodiano, mas, na verdade, estão próximos de viver um grande transtorno, um inesperado pesadelo. Trabalhando com o teatro de objetos, a companhia belga Gare Centrale narra uma história onde o cômico e o bizarro se misturam. “Troubles” arrasta o universo do absurdo para bem próximo da realidade.

O grupo: Criada por Agnès Limbos em 1984, a Compagnie Gare Centrale tem no currículo onze performances originais. Agnès desenvolve o teatro popular com qualidade, pleno de sentimentos, com montagens que unem a realidade e a fantasia, a tragicomédia, o poder do instinto e a busca constante pela linguagem visual e visceral.

Retirado de www.filo.art.br.


“TEATRO DELUSIO”

Familie Flöz (Alemanha)

Data: 20 e 21 de junho |Horário: 20h30| Local: Teatro Ouro Verde

Sinopse:Teatro Delusio” retrata os bastidores de uma montagem cênica através do teatro de máscaras. Apresenta a história de três funcionários de um antigo teatro, suas vidas e anseios atrás das coxias. Três homens invisíveis para a plateia em busca alguma felicidade. A companhia alemã Familie Flöz é formada por artistas de várias nacionalidades que, em seus espetáculos, utilizam teatro, dança, clown, máscaras, circo e ilusionismo.

O grupo: A Cia. Familie Flöz surgiu em 1996, depois que Hajo Schüler e seu colega de faculdade de teatro e mímica na Folkwang Hochschule, de Essen, Alemanha, apresentaram um trabalho de conclusão de curso sobre a vida dos mineradores da região em que vivem. Nesta montagem, já utilizaram máscaras confeccionadas por eles mesmos. Após este trabalho, eles se uniram ao diretor Michael Vogel, para montar o espetáculo “Familie Flöz Kommt Über Tage”, que mais tarde deu nome ao grupo.

Retirado de www.filo.art.br.


“ANÔNIMOS”

Grupo Teatro Novo (Fortaleza-CE)

Data: 20 e 21 de junho |Horário: 21 horas| Local: Teatro FILO

Sinopse: A velhice, para muitos, deixa de representar o fim de um caminho para se transformar no início de outro – a trilha da solidão. Circunstâncias diversas fazem com que legiões de idosos sejam levados para asilos, o derradeiro endereço. “Anônimos”, monólogo defendido pelo ator Sidney Malveira, do Grupo Teatro Novo, de Fortaleza/CE, discute essa realidade.

Drama e comédia alternam-se no espetáculo. Sidney Alveira mantém animada conversa com o público, como se fosse um asilado palestrando com uma pessoa à sua frente. Ao todo ele interpreta três moradores do lar de idosos, cada qual com uma história distinta, mas que possuem um sentimento comum de solidão e desamparo.

O anseio dos velhinhos é receber a visita de filhos, netos, irmãos, antigos amigos. Na falta deles, até mesmo desconhecidos são motivos de alegria – eles querem falar, de certo modo a situar-se como seres humanos que têm alguma coisa a dizer. Para a elaboração da montagem o Grupo Teatro Novo realizou pesquisa no Lar de Idosos Torres de Melo, em Fortaleza.

O grupo: Realizador de grandes produções no Ceará, o Grupo Teatro Novo foi fundado em 1965 pelos renomados atores Marcus Miranda (Praxedinho), Maria Luiza e Aderbal Freire Filho (hoje morando no Rio de Janeiro, um dos mais expressivos e premiados Diretores desse País). Marcus Miranda, um dos mais respeitados atores do Ceará, dedicou integralmente a sua vida às artes cênicas, explorando o seu lado de autor, ator, cenógrafo e diretor, conduzindo o grupo Teatro Novo com muito brilhantismo, obtendo reconhecimento de todos. Entre grandes produções, os espetáculos “Dona Xepa”, “Uma Janela para o Sol”, “Dois Perdidos Numa Noite Suja, “Soninha Toda Pura”, formam o quadro de mais de 25 produções encenadas pelo Grupo. Assumindo a direção do Grupo desde 2001, Sidney Malveira preserva o Grupo em memória do falecido fundador Marcus Miranda, como o único grupo do Ceará que se transmite de geração a geração, mantendo sua atividade e produzindo a cada ano um espetáculo com muita fidelidade na qualidade do trabalho. O Grupo se desenvolve no segmentob artístico, pautado na responsabilidade social, interagindo dentro de um campo seja ele econômico, político ou cultural, gerando uma discussão sobre o seu papel na sociedade.

O grupo na sua atual direção montou o espetáculo “Dorotéia vai à Guerra” (2001), em comemoração aos 50 anos de carreira do ator Marcus Miranda; “Um Minuto de Silêncio” (2002), trazendo de volta aos palcos a “Dama do Teatro Cearense” Antonieta Noronha; “As Bestas” (2003), com as atrizes Leuda Bandeira e Mazé Figueiredo; e “Zona Contaminada” (2004), de Caio Fernando Abreu, visando uma proposta experimental. Em 2005 o espetáculo Tempo de Espera, de Aldo Leite. E em 2006 produziu “Anônimos”, texto e direção de Sidney Malveira, resultado de pesquisa realizada no Lar de Idosos Torres de Melo e “Eu Ando, Tu Andas… Eles Observam.”, de Dryca Lima utilizando-se do teatro, da dança e do vídeo para a construção do espetáculo. Em 2008 e 2009 realiza circulação pelos bairros em Fortaleza com o espetáculo “Eu Ando, Tu Andas… Eles Observam.” através do prêmio da FUNCET e realizou a montagem do espetáculo “Coisas – Palavras e Canções” com o ator veterano Ary Sherlock. E em 2010 realiza montagem e temporada do espetáculo “Bianchi – História e Sonho de Um Bailarino” texto de Aldo Marcozzi, em homenagem ao mestredo ballet clássico Hugo Bianchi, em comemoração aos seus 68 anos de carreira e 84 anos de vida, projeto este contemplado com o prêmio Klauss Vianna e realizado em parceria com a Associação Hugo Bianchi de Dança. Atualmente dedica-se a realização do projeto GTN 45 Encena agraciado com o prêmio Myriam Muniz, o qual abrange várias atividades artísticas gratuitas a serem oferecidas ao público em geral nos anos de 2010 e 2011.

Retirado de www.filo.art.br e http://grupoteatronovo.com.br.

“O QUE SERIA DE NÓS SEM AS COISAS QUE NÃO EXISTEM”

Lume Teatro (Campinas-SP)

Data: 21 a 22 de junho |Horário: 21 horas| Local: Teatro Vila Rica

Sinopse: Em plena madrugada, três chapeleiros-cientistas – Chico, Dante e Rouca – encontram-se numa antiga fábrica onde trabalharam por muitos anos para construir o que eles chamam de “chapéu perfeito”. Não estão sós. Contam com o auxílio de uma jovem aprendiz, Pao. Este é o início da peça “O que Seria de Nós Sem as Coisas que Não Existem”, atração do FILO 2011 no Teatro Vila Rica, dias 21 e 22, às 21 horas.

O espetáculo transita entre o sonho e a realidade, porque a matéria prima da encenação baseia-se nas memórias de antigos empregados de uma fabricante de chapéus fundada em Campinas há cerca de um século. Hoje, a empresa utiliza-se do artesanal e da modernidade tecnológica.

Dos depoimentos recolhidos junto a esses aposentados, muitos fatos permanecem vívidos, mas é inevitável a ação do tempo sobre eles. Vêm à tona revestidos de um encantamento natural. Do mesmo modo as imagens dos amigos, histórias das relações entre patrão-empregado, a sociedade da época, os costumes, a diversão.


O grupo:
Fundado em 1985, por Luís Otávio Burnier, Carlos Simioni e Denise Garcia, o LUME é conhecido em 26 países e considerado um dos mais importantes centros de pesquisa teatral do Brasil, com reconhecimento internacional. Como núcleo artístico e pedagógico vinculado à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), trabalha na elaboração de novas possibilidades expressivas corpóreas e vocais de atuação, redimensionando o teatro enquanto ofício e poética. Há 26 anos, o grupo formado por sete atores difunde sua arte e metodologia por meio de oficinas, demonstrações de trabalho e projetos de intercâmbio, e constrói espetáculos que quebram as formas convencionais de relação com o público.

Retirado de www.filo.art.br e www.lumeteatro.com.br.

Este post tem somente a intenção de aumentar a divulgação do Festival Internacional de Londrina 2011. Para informações mais detalhadas, consulte o site do Festival (www.filo.art.br) ou os sites dos grupos. Tudo o que contém neste post se encontra nos sites citados.

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