Diário de Bordo - Astorga e Castro - por Lambreta

Astorga

Enfim chegamos a Astorga! Cidade em que demoramos mais do que o combinado a chegar. Foi chuva um dia, dengue/virose em outro, mas palavra de palhaço é certa, e estivemos lá no último dia 18 de março.

E que data especial!

Fomos buscados pelo Roberto, e como bom motorista que é nem precisou entortar o ônibus para sair de casa, foi de ré mesmo. Chegando a Astorga, fomos recebidos pela Jussara, e mais tarde pela Giu, que era o nosso contato na cidade. E, diga-se de passagem, muito bem recebidos!

Com tudo dando certo, depois de nos livrar das intempéries de verdade e da vida, não tinha como a apresentação não dar certo. O espaço era ótimo, sem contar que a Fer tinha um coreto só pra ela operar o som, “ói que chique”.

O espetáculo começou meio sem público, mas foi só no começo. Logo o pessoal foi chegando, chegando...para no final tomar um banho de água junto com os palhaços.
Em Astorga, cabe ressaltar que quem roubou a cena foi a netinha da Giu. Participou e vibrou o tempo todo, durante todo o espetáculo, e ainda depois de acabado não queria ir embora enquanto os palhaços não fossem.

Castro
Gerson, Caroline, Alexandre, Fernanda

E que grata surpresa nos foi Castro. Foi surpresa não porque esperávamos pouco, mas porque nem nos nossos maiores sonhos poderíamos esperar tanto.

Acordamos cedinho no domingo, coisa que palhaço não tá acostumado a fazer, e seguimos para Castro, mais uma vez com a companhia do longilíneo Lafaiete do Vale, nosso fotógrafo, camera-man, e também palhaço nas horas vagas. A viagem de mais de 300 km não foi nada cansativa porque todo munndo dormiu menos o Mereceu foi cansativa, mas em todo tempo os palhaços, a Fer e o Lafa, se fizeram companhia.

Lá chegando, encontramos a Caroline, e a partir daí já começamos a ter uma idéia do que nos aguardava.

Uma festa, enorme, num parque lindo, o Parque Lacustre. Palco pra um lado, corrida acontecendo no outro. Sem contar que a divulgação do espetáculo chegou a sair em um outdoor, coisa mais linda com uma foto minha maravilhosa.

Conhecemos a festa, almoçamos, e logo voltamos para a montagem do espetáculo, que se deu com muito som e muita dança rolando, pois estava acontecendo uma aula coletiva de dança. A galera mostrava que tinha muita energia, o que indicava que os palhaços também deveriam ter.

E assim foi. Era tanta energia positiva que nem a chuva se meteu a besta em atrapalhar, nem o vento, nem nada, e, sem medo de errar, tivemos a melhor apresentação que já nos aconteceu. Tudo deu certo, nem um errinho sequer, e com o maior público que tivemos a honra de ter.

Apresentação feita, o cansaço bateu, mas nada que suplantasse a alegria do trabalho bem feito, graças ao público que tivemos e pelo apoio da Cidade de Castro, que agradecemos na pessoa da Caroline, ou “Caro”, ou “Carol”, ou “amiga da Fer”, para os íntimos.
Por fim, como não é só coisa ruim que acaba em pizza, nos acabamos num rodízio ao som do show do Zé Ramalho, que estava hospedado no mesmo hotel que a gente, mas que não conseguimos encontrar (na verdade há boatos que amarramos a maior farra com ele, mas não podemos confirmar tal informação).
Fernanda, Alexandre, Gerson e Lafaiete - pensa se estava frio em Castro?

Obrigado Castro, aqui em Londrina já estamos com saudade do friozinho daí, “daí”.

Obs: Gabriel, o meu dente que sai voando no meio da corrida é SIM uma pedrinha, que, aliás, está acabando no nosso estoque. Se você encontrar mais dessas pedrinhas brancas por aí, por favor, me avise! Valeu!


Lambreta (Gerson Bernardes)

2 comentários:

  1. Que delícia ter notícias!
    Aliás, delícia de pizza!
    Delícia de espetáculo... ver aquelas crianças rindo até... os adultos, nem se fala... Tinha alguém perto de nós que não se aguentava de tanto rir, né, Fer?!

    Agradeço muito a vocês pela apresentação!
    Foi maravilhoso!
    Caro

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  2. Caro!!! Obrigada você por tudo!!! Amei conhecer Castro, estar aí com você e sua família! A apresentação foi demais!!! Saudades.... beijos

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